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21.02.2018 - Por

SALES FARMA – HISTÓRIA DE 10 ANOS DE INOVAÇÃO

Parece que foi ontem… O ano era 2007 e o objetivo era claro: iniciar um reposicionamento de marca para a RUNNING, transformando-a de empresa provedora de serviços em uma empresa focada em produto. As perguntas eram muitas! Por onde começar? Qual produto escolher dentro de um portfólio de quase 20 anos de mercado? O que […]

29.05.2017 - Por

Coaching Contínuo como Ferramenta de Execução

Um dos principais desafios de qualquer grande corporação é alinhar a estratégia com objetivos comerciais e financeiros bem definidos para permear junto a todos os colaboradores. Estudos recentes da Korn Ferry apontam que mais de 70% da força de trabalho normal, não entendem completamente a estratégia definida pela empresa em que trabalham. Com um percentual […]

15.03.2017 - Por

Novos modelos comerciais para sair da recessão

Recentemente, alguns indicadores econômicos indicam que estamos saindo do estágio de recessão econômica. Alguns deles foram listados em artigo recente do economista Ricardo Amorim, intitulado “A recessão acabou. Mesmo?!” (https://goo.gl/rxZTCu). Um deles exemplifica bem o momento atual, com o início dos saques de FGTS para uma parcela considerável da população: a confiança do consumidor subiu […]

07.02.2017 - Por

Como driblar a crise: Convergência e Multidisciplinaridade nos Apps

Tenho acompanhado uma série de iniciativas inovadoras para 2017, com intuito de tornar o ambiente de negócios mais propício, visando a retomada do ritmo de crescimento da indústria farmacêutica de anos atrás. Fala-se em várias ações multicanal como visitas à distância, abordagens de MSL´s, impactos em redes sociais, uso racional de amostras e brindes, gestão […]

15.03.2017

Novos modelos comerciais para sair da recessão

Cat_Dig-LinkedIn

Recentemente, alguns indicadores econômicos indicam que estamos saindo do estágio de recessão econômica. Alguns deles foram listados em artigo recente do economista Ricardo Amorim, intitulado “A recessão acabou. Mesmo?!” (https://goo.gl/rxZTCu). Um deles exemplifica bem o momento atual, com o início dos saques de FGTS para uma parcela considerável da população: a confiança do consumidor subiu 2,5%. Em teoria, isso indica que as pessoas estão mais propensas a gastar. Gastando mais, as empresas tendem a contratar mais profissionais. Estes, por sua vez tendem a elevar sua renda, pagar mais impostos, gerar maior consumo e assim entramos em uma nova era de crescimento em um futuro breve.

Colocando dessa forma, parece que o “fundo do poço” tão alarmado em 2016 já passou e estamos efetivamente saindo dele, por conta de uma inflação mais baixa, possibilidade de aumento da oferta de crédito, por conta dessa inflação menor e consequente retomada dos investimentos das empresas. Porém, o que tem que estar claro é que com dois anos seguidos de recessão, reduzimos e muito o nosso PIB. Sendo assim, temos que crescer de maneira organizada, com rentabilidade que sustente esse crescimento de forma orgânica e permita que essa retomada de investimentos (ainda muito inicial), seja consistente e constante às principais verticais do mercado nacional. Para isso, temos que “sair da caixinha” e pensar em novas formas e canais de venda! Inovar para vender melhor, permitindo que nossos clientes tenham a percepção do ganho com um serviço mais robusto, flexível ou personalizado. Não dá mais para repetir o mesmo modelo do período pré-crise.

Um dos motores desse crescimento certamente é a indústria Healthcare (farmacêutica, cosméticos, medical devices e outras tantas) que, apesar da crise, continuaram a crescer nestes últimos dois anos. É verdade que em um ritmo mais modesto que o de anos anteriores, mas continuaram a manter uma curva ascendente apesar de todo pessimismo do mercado. E isso foi feito com flexibilidade nas políticas comerciais, seja permitindo melhores prazos, descontos escalonados, tabelas de preços por quantidades negociadas, sugestão de medicamentos genéricos, serviços agregados aos PDVs, mais proximidade junto aos programas de benefícios aos pacientes e tantas outras ações. Só que cada ação dessa, mudando a filosofia de trabalho das equipes no campo, só pode ser feita com agilidade se a solução que faz a gestão estiver no mesmo ritmo.

Escolher um parceiro tecnológico que entenda do seu business, que saiba respeitar seu timing, que evolua constantemente sua solução e que tenha robustez para conectar estratégia de negócios com objetivos tangíveis claros e mensuráveis, é crucial para poder inovar com segurança. Qualquer inovação traz intrinsecamente um risco que pode ser reduzido drasticamente com gestão, clareza na comunicação e acompanhamento da execução. Em um país com as dimensões do Brasil, não tem como isso ser feito hoje sem a tecnologia como aliada. Gerenciar regras comerciais, controlar descontos, agilizar prazos, automatizar distribuição de conteúdos, promover visões de indicadores, possibilitar acompanhamento do Plano de Ação e orientar a execução da estratégia, são algumas das formas de usar a tecnologia como propulsor. E fazer a tecnologia trabalhar a favor do business de cada cliente é o foco principal da RUNNING nesses quase trinta anos de parceria com a indústria Healthcare.

Se você concorda com esse este artigo, apareça para um café. Se você discorda, estamos ansiosos para ouvir seus motivos e adaptar alternativas a sua necessidade. E se você ainda não se decidiu, quem sabe discutindo juntos não chegamos a um consenso?